Ela dormia. A noite invadia seu quarto pela janela entreaberta, e a luz da lua criava um clarão na parede. O vento suave e constante fazia a cortina de seda balançar, dançando lentamente sobre a mesa. Ela dormia, enquanto a noite virava dia. O céu escuro clareava, e ela dormia. Um azul-cobalto floreava a vista, e ninguém via. Ela dormia, e perdia o despertar do sol. O céu tornou-se azul-marinho, azul-celeste, azul-bebe... e ela dormia. Ela dormia. Enquanto a chuva caia, ela dormia.
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