Talvez fosse alguma equação insignificante que agisse dentro da mente. Talvez apenas lembranças que voltam com o cheiro das coisas. O fato era que apenas lembrar ou ouvir uma música do Pete Murray o transportava, e lá ele podia tudo. A brisa do mar, o descompromisso com a realidade e a liberdade. Era aquela realidade que o revigorava.
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