terça-feira, 6 de maio de 2014

Longe

O amor que tinha estava longe. Longe demais para as mãos quentes. Longe demais para o beijo molhado. Longe demais para o desejo quente como o meio dia. Longe demais para o sussurro sacana no ouvido. Longe demais para o selinho de bom dia na testa. Longe demais pro café da manhã depois de uma noite de sexo. Longe demais para quase tudo. Mas o que era importante não conhecia distância: amor não mede quilômetros.

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