Conhecida como bisturi da morte, Helena, 34 anos, morena, olhos claros e vibrantes, corpo sinuoso, estava perdida na caverna do Aroe Jari. Saíra de seu chalé no centro da Chapada dos Guimarães bem cedo, pois o sol sequer havia denunciado o dia. O celular não funcionava no interior da caverna, e Helena começou a ficar nervosa com seu próprio perdimento. Quando já se iam mais de três horas de desencontros viu uma pequena luz, e, instintivamente, correu. Pisou num encontro de rocha, no que seu pé esquerdo sofreu fratura e ficou preso. Ela, como boa aventureira, havia levado alguns utensílios, entre eles uma faca. Quando começou a escurecer e a perna a gangrenar, Helena precisava fazer sua escolha. Ela pegou a faca... sabia o quer tinha que fazer. O único problema é que ninguém havia sobrevivido ao bisturi da morte.
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