Era madrugada. Andava aparentemente sem destino pelas ruas lúgubres da cidade. As vias eram escuras e sujas, repletas de restos humanos (vivos ou mortos). Suas mãos estavam sujas, eles estava sujo. Ninguém notava, inclusive ele mesmo. Ele continuava andando, e não dava atenção ao trânsito desordenado. Um homem sentado disse ao vê-lo passar: - "Aquele parece buscar a morte!". Talvez fosse isso, mas a morte - desatenta - não fez questão.
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