Tornava-se, a cada novo dia, mais fútil. No começo não se dava conta. As coisas eram tão naturais que passavam sem serem sentidas. A natureza morria ao redor, e ele não percebia. Deixava-se levar pela futilidade, porém a sensação de morbidez começava a devassá-lo. As vezes sentia a falta de sentido das coisas, sem se dar conta da causa. Os efeitos começavam a aparecer. A consciência começava a cobrar a dívida de uma vida solitária e pobre. O espírito morria, e ele também. Até que pereceu espiritualmente, e vagou sem consciência pela terra em plena ignorância!
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