Era um ponto preto no piso.
Branco. Piso. Preto. Ponto.
Quanta complexidade nisso!
Ninguém vê o ponto. Tonto.
Quem mais teria tempo?
O tempo que ninguém tem,
é cultivado no piso de ninguém.
E o ponto preto? Passatempo.
Uma formiga que ninguém viu,
e que passou como o céu primaveril.
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