Ela mudava, sempre mudava. Acompanhava a onda, e se deixava levar pelos balanços. Parecia até uma esponja absorvendo tudo de novo que surgia. Ele, ao contrário, era estático, de poucas mudanças. Eles pareciam feitos um para o outro, não fosse os olhos deles. Ele já não sabia olhar para ela e ver a beleza que ele conhecia nela. A beleza era apenas uma lembrança, apenas beleza.
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