Pescava à beira do rio, o tempo era calmo e frio. Sentia-se sem preocupações, e a calmaria o livrava das desilusões. A vida era demasiado singela, até demais para um ser feio e banguela. Preferia assim, a solidão o confortava. Fosse pelo silêncio da madrugada, ou pela fome que não ficava. Viver sozinho lhe dava paz, já que a cidade grande complexa assaz. Aos alheios era um desnaturado, ele não importava desde que não fosse perturbado.
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