A música minimalista enchia o pequeno comodo, os ouvidos e o coração. Ela aproveitava-se dos acordes leves para diluir com lágrimas o último-futuro-grande-amor que não foi. Parecia tão ele, parecia tão eterno, parecia tanto. Descobriu que eram grandes aparências, pequenas verdades e agora procurava um novo amor pra juntar o mel do novo, as lágrimas do velho e reequilibrar as concentrações químicas do coração.
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