Sempre às 18 horas, quando o dia já estava por se esconder, ele aparecia e se sentava no ponto de ônibus. Não falava com ninguém. Apenas esperava. Já se passavam mais de dois anos que essa rotina se refazia diariamente. Um dia ele não apareceu. Disseram que ele tinha morrido. Disseram que ele fora internado. A verdade é que ele nunca estivera lá.
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