Colocou Stellar do Incubus para tocar no modo repetido. Recostou-se na cadeira. Tentava imaginar o que a música estava lhe dizendo. O som era triste. Melancólico. Não sabia o que deveria entender. Não entendeu nada. Apenas fechou os olhos, e rezou para não acordar mais. Acordou, sempre acordava.
De súbito e com um pulo, abriu os olhos e notou que a realidade ainda era a mesma a sua volta: triste. Mais triste do que a música que continuava a tocar e ela continuava a não entender. Os mesmos livros ainda estavam a sua frente, a mesma rachadura na parede, a mesma dor no coração, a mesma vontade de não acordar mais.
No fim só queria dormir. Um sono de Alice. Passar horas em devaneios reprisando fantasias da infância. Entretanto, estava acordado há dias. Já não sabia o que era dormir. Alucinava. Ouvia vozes. E num devaneio, entre o vigília e a penumbra, piscou o olho. Depois disso não se recuperou, ficou entre a luz e a escuridão.
De súbito e com um pulo, abriu os olhos e notou que a realidade ainda era a mesma a sua volta: triste. Mais triste do que a música que continuava a tocar e ela continuava a não entender. Os mesmos livros ainda estavam a sua frente, a mesma rachadura na parede, a mesma dor no coração, a mesma vontade de não acordar mais.
No fim só queria dormir. Um sono de Alice. Passar horas em devaneios reprisando fantasias da infância. Entretanto, estava acordado há dias. Já não sabia o que era dormir. Alucinava. Ouvia vozes. E num devaneio, entre o vigília e a penumbra, piscou o olho. Depois disso não se recuperou, ficou entre a luz e a escuridão.
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